Hora do emagrecimento
Os vários dias de estágio que o FC Porto gozou em Tegelen culminam hoje numa partida com os belgas do Genk, realizada na Bélgica. É o termino de um período em os jogadores estão sujeitos a carga intensas de preparação física e ao assimilar da cultura táctica pretendida pela equipa técnica. Mas o estágio não é importante apenas a nível físico e táctico. Existe todo um processo de ambientação e recepção aos novos “recrutas”, bem como de fortalecimento e estreitar de relações entre o grupo de trabalho. Este é um trabalho também importante e que num clube como o FC Porto não pode ser descurado.
Com os novos jogadores mais entrosados no espírito do dragão, mais entrosados tácticamente e com alguns minutos de jogo nas pernas, poderá ser possível avaliar mais correctamente a qualidade dos reforços. Somados aos jogadores que transitam do ano passado ficamos com o leque de jogadores demasiado grande, pelo que a redução do plantel é crucial. Todos os anos após as contratações são as dispensas que fazem correr mais tinta nos jornais. Esta deve ser seguramente a fase mais ingrata para um técnico e para um grupo de trabalho. A escolha dos dispensados!
Eu ainda não vi a maior parte dos novos reforços a actuarem “in loco”, logo dizer quem deve sair e quem deve ficar seria uma mera especulação da minha parte. A somar a todos estes jogadores temos ainda Helton, Leandro Lima, Mariano González e Ventura (pressupondo que Lucho não volta ao dragão), logo temos um lote vasto de jogadores. Sinceramente julgo termos uma excelente equipa, embora nos falte uma peça: um central. Perdemos algumas referências importantes, mas este ano vamos poder ter algo que na época passada não possuíamos: um banco de maior qualidade e que possibilite uma maior rotatividade do plantel.
Hoje em conjunto com os meus colegas de bancada do Dragão vou poder discutir e avaliar melhor o desempenho dos nossos jogadores e por certo ganhar base para opinar sobre as dispensas.
E o caro leitor, já tem alguma opinião formada?





