Aguenta Ricardo a tua hora está a chegar…


Voltou o futebol ao Dragão e com ele as vitórias. Num fim de tarde de verão e um estádio muito bem composto, o FC Porto começou a defesa do título nacional perante o seu público, com uma vitória frente ao Belenenses.
O FC Porto chegou cedo á vantagem com um remate de Lisandro a ser defendido por Júlio César para a frente e o defesa de belém a aliviar contra Mariano, que na pressão faz golo. Um lance feliz para o argentino, que vê assim o seu trabalho finalmente dar frutos.
Depois do golo o FC Porto dominou o jogo, controlando toda a partida. O meio campo melhorou em relação ao jogo da Supertaça, muito pela incorporação de Raúl Meireles na posição 6, dando mais estabilidade e coesão defensiva. Tal facto proporcionou a Lucho subir um pouco no terreno e a Tomás Costa permitir uma maior circulação de bola.
As várias oportunidades de golo criadas iam sendo desperdiçadas por Lisandro, que muito lutou na frente, e tanto teve de guerreiro ao criar as oportunidades pela força e garra que já lhe são características, como teve de perdulário ao falhar vários golos.
A equipa do Belenenses incomodou por poucas vezes a baliza de Helton o que foi bom dado que esta defesa precisa ainda de muito óleo para calibrar o motor. Os dois laterais parecem mesmo melhor a atacar do que propriamente a defender.
Para mais tarde ficou reservado o melhor da noite. Acabado de entrar há poucos minutos Hulk recebe a bola á entrada da área, e não pensa duas vezes: dá dois passos com ela controlada e não hesita no pontapé. Num remate fortíssimo Fortíssimo, uma bomba, que entra mesmo no ângulo da baliza de Júlio César, indefeso perante um remate inesperado do brasileiro. Um golo de belo efeito que mostra bem as credenciais com que o brasileiro foi contratado.
O jogo, que já estava praticamente arrumado, terminou em definitivo com esse lance, com o FC Porto a garantir os primeiros 3 pontos na caminhada para o Tetra.
Dados do Jogo:
FC Porto:Helton, Sapunaru, Pedro Emanuel, Bruno Alves, Benitez, Raul Meireles, Tomas Costa (Guarin, 75), Lucho, Mariano (Fucile, 80), Rodriguez (Hulk, 68) e Lisandro.
Belenenses:Júlio César, Baiano, Carciano, Rodrigo Arroz (Organista, 64), China, Matheus, Cândido Costa, José Pedro, Silas, Marcelo Faria (João Paulo, 54) e Maykon (Vinicius, 70).
Disciplina:cartão amarelo para Baiano (22), Carciano (55 e 74), Bruno Alves (59), Lisandro (62) e Cândido Costa (86). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Carsiano (74).
foto: www.fcporto.pt
Mais uma notícia interessante publicada na edição de hoje do Diário Económico:
A nova época do campeonato nacional de futebol arranca hoje com o V. Guimarães-V. Setúbal e as atenções estão dos adeptos estão centradas nas contratações sonantes que marcaram a pré-temporada.
No entanto, para quem quer ser mais do que um simples simpatizante de um dos “três grandes” a teoria confirma-se: compensa ser sócio. Tendo em conta a média de preços dos bilhetes da época passada, o público em geral pagou sempre mais para assistir ao vivo todos os desafios. E no caso do Futebol Clube do Porto, os seus sócios foram quem mais beneficiou com a afiliação.
Os treze dos quinze jogos disputados no Estádio do Dragão custaram aos sócios 195 euros, valor a que são somados 46 euros gastos com os dois ‘derbies’ e 108 euros com o pagamento das quotas anuais.
Contas feitas, a despesa dos sócios do FCP ascendeu a 349 euros, montante que permitiu uma poupança de 91 euros face ao dinheiro despendido pelo público: 440 euros.
Os sócios dos dois rivais da “segunda circular” não conseguiram economizar uma soma tão elevada.
Os afiliados do Sport Lisboa e Benfica, que se deslocaram à “Catedral” para ver todos os jogos, tiveram que desembolsar (quotas incluídas) 386 euros. Este valor representa uma poupança de 6 euros face aos 392 euros gastos pelos não sócios.
No mesmo sentido, os associados do Sporting Clube de Portugal (SCP) gastaram, igualmente com quotas incluídas, 385 euros para ver ao vivo a equipa de Paulo Bento. A factura permitiu, tal como no caso do Benfica, economizar 6 euros quando comparado com os 391 euros gastos pelos simpatizantes.
Uma vez que os preços de inscrição dos três clubes oscilam entre os 55 e os 60 euros, a diferença do nível de poupança entre os sócios é justificada pelo valor das quotas. Enquanto que os dois clubes da capital exigem o pagamento anual de 156 euros, repartido em treze meses, o FCP pede 108 euros em doze meses.
Apesar do público em geral não contar com este encargo, os clubes de futebol estão a apostar cada vez mais numa oferta variada que permita captar mais sócios.
Para além dos bilhetes mais baratos e o acesso a lugares cativos, as sociedades desportivas disponibilizam um conjunto de parcerias estratégicas com grandes empresas nacionais e internacionais.
Descontos em compras nas mais variadas lojas; o abastecimento de combustível, o aluguer de automóveis e a realização de seguros a preços mais baratos são alguns dos exemplos. Para além disso, as principais instituições bancárias disponibilizam contas direccionadas para os sócios mais fanáticos.
Numa era em que a ligação sentimental a um clube de futebol deixou de ter a força do passado, a nova guerra entre clubes está na oferta direccionada às novas gerações.
As vantagens associadas ao cartão de sócio
Sport Lisboa e Benfica com parceiros estratégicos e nacionais
O clube da Luz tem o valor de inscrição mais baixo entre os ‘três grandes’: 55 euros, no caso do Kit Sócio. Entre os parceiros estratégicos do Benfica estão o BES, a PT, a TMN, entre outros que disponibilizam uma conta bancária e descontos em equipamentos.Futebol Clube do Porto com parceiros institucionais e comerciais
Por 57 euros os adeptos do actual campeão nacional podem tornar-se filiados. Sapo, Repsol ou MacDonald’s são algumas das empresas ligadas ao FCP e que dão descontos na compra de produtos de telecomunicações, combustível e refeições.Sporting Clube de Portugal com parceiros premium e classic
O preço de inscrição do clube de Alvalade é o mais elevado: 60 euros. Com a Rede S3G, os associados beneficiam de vantagens em empresas como a EDP, Galp ou a ACP em que, através de um sistema de pontos, é usado o valor investido anualmente em quotas.Tiago Figueiredo Silva
in Diarioeconómico.com
Apesar da maioria das pessoas se fazerem sócias dos Clubes de Futebol por questões afectivas, sem dúvida que o facto de estes serem agora vistos como empresas potenciam um maior número de regalias para os seus sócios. Quanto ao nosso Futebol Clube do Porto o sistema de pontos implementado, associado ao cartão de sócio, é sem dúvida uma mais valia para o associado.
E mais uma vez estamos á frente dos nossos rivais!
Dado que se realizam os jogos olímpicos e a participação Portuguesa anda nas bocas do país, nada melhor que recordarmos na nossa rúbrica Dragões de Ouro uma das mais importantes personalidades do mundo desportivo português: Fernanda Ribeiro.
Maria Fernanda Moreira Ribeiro nasceu a 23 de Junho de 1969 em Novelas, Penafiel. O seu primeiro clube foi o Valongo, de Sousão. Mas, foi no Kolossal, na sua última época como infantil, em 1981, que começou a ser conhecida. Já nos escalões juvenis começava a dar nas vistas, tendo conquistado alguns resultados de relevo para a idade.
Em 1980, com apenas 11 anos, foi segunda classificada na meia maratona da Nazaré, ficando a 4 segundos de Rosa Mota. O seu potencial sería confirmado dois anos depois quando, ainda com a idade de Iniciada, venceu o título regional e nacional de Juniores em Corta-Mato. Naturalmente, estes resultados, despertaram o interesse de clubes de maior dimensão. Mudou-se para o FC Porto, onde passou a treinar com Alfredo Barbosa.
Entre 1983 e 1987 Fernanda Ribeiro vai consolidando o seu nome, participando em variadas provas nacionais e internacionais, até alcançar o seu primeiro grande título internacional sagrando-se campeã da Europa de Juniores em 3000 metros.
Nos primeiros anos como sénior, Fernanda desapontou bastante e os resultados ficaram aquém do esperado, tendo acumulado alguns resultados menos conseguidos. No entanto tal facto não a demoveu e apenas a fortaleceu.
Em 1994, já sob orientação técnica de João Campos regressou às grandes vitórias: Em helsínquia, Fernanda conquistou a medalha de ouro nos 10 mil metros e, a medalha de prata nos 5000 metros; nos Mundiais de Gotemburgo, Fernanda ganhou a medalha de ouro nos 10 mil metros. Foi o início de uma era de ouro.
O culminar de todo o seu trabalho surgiu em 1996, quando ganhou a medalha de ouro olímpica nos 10.000m em Atlanta, batendo igualmente o recorde Olímpico. Quatro anos volvidos voltaria a competir nos Olímpicos, tendo sido terceira nos 10.000m dos Jogos Olímpicos em Sidney.

Durante a sua carreira Fernanda Ribeiro acabou por participar 5 vezes em edições dos Jogos Olímpicos. Uma marca impressionante desta atleta desta atleta que figura no rol dos 4 atletas que até hoje lograram em conquistar uma medalha de Ouro em Jogos Olímpicos.
Palmarés:
Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos em Atlanta/96, nos 10 000mt.
Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos em Sydney/00 nos 10 000mt.
Medalha de Ouro nos Campeonatos do Mundo em Pista nos 10 000mt em Gotemburgo/95
Medalha de Prata nos Campeonatos do Mundo em Pista nos 5 000mt em Gotemburgo/95
Medalha de Prata nos Campeonatos do Mundo em Pista nos 10 000mt em Atenas/97
Medalha de Bronze nos Campeonatos do Mundo em Pista nos 5 000mt em Atenas/97
Medalha de Bronze nos Campeonatos do Mundo de Pista coberta nos 3 000mt em Paris/97
Medalha de Prata nos Campeonatos do Mundo de Juniores nos 3 000mt em Sudbury/88
Medalha de Prata na taça do Mundo de Pista nos 10 000mt em Londres/94
Medalha de Ouro nos campeonatos da Europa de Pista nos 10 000mt em Helsinquia/94
Medalha de Prata nos campeonatos da Europa de Pista nos 10 000mt em Budapeste/98
Medalha de Ouro nos campeonatos da Europa de Pista coberta nos 3 000mt em Estocolmo/96
Medalha de Ouro nos campeonatos da Europa de Pista coberta nos 3 000mt em Paris/94
Medalha de Prata nos campeonatos da Europa de Pista coberta nos 3 000mt em Valencia/98
Medalha de Ouro nos campeonatos da Europa de Juniores nos 3 000mt em Birmingham/88
O francês Tristan Gommendy, ex-vencedor do Grande Prémio de Macau e piloto das competições Champ Car, foi escolhido para assumir o comando do carro do F.C. Porto na Superleague Formula, a nova competição automobilística mundial que arranca dentro de duas semanas no circuito de Donington Park, em Inglaterra.
O piloto francês arrecadou o triunfo na famosa prova de Formula 3 macaense em 2002, ano em que conquistou o campeonato francês da especialidade. Gommendy prosseguiu a sua carreira com sucesso na competição World Series by Renault, antes ainda de se especializar nas provas de GP2 e da Champ Car World Series.
Na nova competição, Tristan Gommendy terá a oportunidade de reatar o duelo com o ex-rival e ás do Champ Car, Robert Doornbos, que em 2007 aqueceu a disputa do Champ Car World Series Championship.
O F.C. Porto foi um dos emblemas fundadores da Superleague Formula, juntando-se ao projecto logo que este foi anunciado, em Abril de 2007. Os Tricampeões Portugueses vão competir lado-a-lado com ilustres representantes do futebol europeu, como o Sevilha, a AS Roma, o Olympiacos, o Borussia de Dortmund ou o Rangers, para além dos brasileiros do Flamengo e do Corinthians e dos chineses do Beijing Guoan, entre muitos outros.

Só falta mesmo pôr um anúncio no jornal…
Com Quaresma afastado da equipa e com um troféu já perdido para os rivais, até quando é que esta situação permanecerá?
“As finais não se jogam… ganham-se!”
Esta é uma frase já quase cliché, de tantas vezes que é usada. É uma verdade incontornável, para os vencedores, para os campeões. Infelizmente, e mais uma vez, o nosso campeão não conseguiu levar esta máxima avante.
Da minha curta memória estou em querer que é a 3ªfinal que o “Professor” Jesualdo perde, salvo erro, a 3ª final para o seu “pupilo” Paulo Bento. Já doi e parece que o Professor não tira lições do passado. Se contarmos também com os jogos do campeonato, a vantagem continua a ser de Paulo Bento, que em quase todos os confrontos com o Professor, saiu vitorioso. (a vitória no Dragão através daquele golo de livre indirecto dentro da área não se traduziu para mim numa “vitória-total”)
Sabendo que a equipa do FC Porto não é, em termos individuais, inferior à equipa do Sporting, a conclusão e resultado final de um jogo é em grande parte determinada pelas pedras que os seus estrategas-treinadores distribuem pelo tabuleiro de jogo, pelas indicações que lhes dão,etc. Somando a isto, é claro, a sorte também é factor.
Mas então, olhando para trás, eu diria que o Professor, ou tem que ir à bruxa, porque a sorte divorciou-se dele, ou então tem que pegar nos livros e estudar.
Bem sei que olhando para a equipa de ontem é claro que muitas pedras mudaram, muitos processos estão assim comprometidos. Uma defesa com 2 laterais novos, Guarin, o trinco-que-não-é-trinco, Rodriguez, o rato atómico. Mas, somando a isto, um ponta-de-lança goleador encostado à linha na vez de um Mariano “infelizmente” com uma Gastroentrite à ultima da hora, e um ponta-de-lança pouco móvel, desorientado e perdido no meios dos centrais. Ou seja, juntando ao facto de a estrutura ter novos intervenientes, se calhar não convinha inventar muito mais… digo eu que não percebo nada disto.
Claro que o Sporting ganhou aproveitando as falhas da defesa do FC Porto… mas não é isso que qualquer equipa tem q fazer? Provocar e procurar as falhas da defesa adversária?
Para mim fica o enorme incómodo de saber que o FCPorto há muito que não ganha ao Sporting. Pior: há muito que o FCPorto não se mostra SUPERIOR ao Sporting. Infelizmente já sei que daqui para a frente irei enfrentar um FCPorto-Sporting (Jesualdo VS Bento) com maior apreensão e menos confiança.
Saiu hoje no Diário Económico uma reportagem sobre o conflito na Geórgia, que não deixa de ser curioso para nós adeptos portistas.
O texto do enviado Português deste jornal, faz o relato dos acontecimentos vividos na Geórgia e fala numa conversa mantida entre este repórter e militares Georgianos. A notícia termina de uma forma sui generis e que não quis deixar de partilhar convosco.
Aqui fica o scan do último parágrafo do texto que peço que leiam:

É por demais evidente neste texto jornalístico a globalização do fenómeno Futebol Clube do Porto. Dentro de portas e fora delas somo GRANDES!

Mais uma vez é referida num jornal económico a pouca atractividade dos títulos cotados em bolsa referentes às SAD´s. Na notícia que em baixo transcrevemos e que é hoje publicada no Diário Económico, podemos constatar que a FC Porto SAD é mesmo a que tem a pior performance quando comparada com as suas ímpares na Europa.
Aqui fica a crónica assinada por Pedro Latoeiro:
As acções do emblema azul e branco seguem com o pior desempenho entre os clubes europeus de futebol cotados em bolsa.A conquista do tricampeonato de nada valeu aos accionistas do FC Porto que, apesar do sucesso desportivo do clube, viram o seu investimento derrapar 30% este ano. O mesmo é dizer que cinco mil euros investidos no início do ano valem hoje 3.500 euros. Esta prestação coloca a SAD portista no último lugar do Dow Jones Stoxx Football, um índice que reúne 27 clubes europeus que negoceiam em bolsa.
Um dos investidores penalizados pelo comportamento das acções é o próprio presidente do FC Porto, Pinto da Costa, que perdeu 91 mil euros com os títulos do clube que dirige, desde o início do ano. De acordo com o último relatório e contas, Pinto da Costa detém 152,4 mil acções da instituição.
Mesmo com uma queda de 30% em 2008, a SAD portista apresenta um desempenho mais positivo face à maioria das cotadas do PSI 20, a principal montra da bolsa portuguesa. Só o BPI e o BCP já perderam mais de metade do seu valor de mercado este ano, por exemplo.
Mas o desempenho do FC Porto na bolsa está em contraciclo com o do futebol europeu que, este ano, está a dar dinheiro aos investidores. Em 2008, o Dow Jones Stoxx Football valorizou 11%, um mundo à parte da crise que se faz sentir nos mercados. Aliás, clubes como o Fenerbache, que disparou 116% este ano, e a AS Roma, que subiu 38%, fazem inveja à maioria dos investidores da bolsa que continua a perder dinheiro na crise do ‘subprime’.
Na maioria dos casos, o sucesso desportivo de uma empresa cotada provoca uma subida no valor das suas acções. Já os títulos das Sociedades Anónimas Desportivas (SAD) parecem, pelo contrário, ignorar a exibição dos clubes dentro das quatro linhas. Em 2004, por exemplo, ano em que o FC Porto venceu a Liga dos Campeões sob o comando de José Mourinho, os títulos desvalorizaram 21%.
Existem duas explicações para esta discrepância entre os feitos dos clubes e a evolução das suas acções. A primeira é a estrutura blindada das SAD. Ao controlarem mais de 50% do capital, como são os casos do Benfica e do Sporting, os clubes de futebol afastam potenciais investidores, que não vão aplicar dinheiro numa empresa onde nunca poderão ser maioritários, independentemente do preço oferecido.
Outra das justificações é a de que nas SAD o investidor também é adepto e, muitas vezes, o amor à camisola acaba por se sobrepor aos critérios de racionalidade económica que regem os mercados financeiros. A OPA de Joe Berardo sobre o Benfica, por exemplo, não colheu mais de 1% do capital. Contactado pelo Diário Económico, o Porto SAD não teceu qualquer comentário.
De facto está mais que provado que os títulos das SAD`s não acompanham as performances desportivas dos seus clubes, e outras questões estão na base da sua cotação.
Quanto a isso fica aqui o link para um texto por mim publicado há 1 ano, em que era explicada precisamente a pouca atractividade das acções de SAD´s. (http://estadiodragao.com/sad%c2%b4s-um-investimento-pouco-atractivo/)

Numa primeira parte de grande nível, o FC Porto resolveu o jogo de ontem, praticando um futebol vistoso e agradável.
As jogadas ao primeiro toque e as rápidas transições defesa ataque forama tónica da primeira parte, com Cristian Rodriguez a mostrar que vai ser fundamental nesta época. Lucho, Meireles e Guarín seguravam o mei campo, fazendo rápidas transições para a velocidade dos alas Rodriguez e Mariano. Lisandro não marcou mas fez jogar…
Nota positiva também para Sapunaru e Benitez os dois reforços da defesa portista, se bem que o último tem de melhorar o “timing” no corte defensivo.
Na segunda parte e com o resultado já em 2-0 após golos de B. Alves (grande remate de fora da área na cobrança de livre) e Lucho, deu para rodar a equipa e tirar o pé do acelerador. Apenas deu para animar com alguns pormenores interessantes de Hulk e com a “Hola” feita na bancada. O jogo estava ganho e nem o golo da Lázio amenizou a festa nas bancadas.
Dados do Jogo:
Árbitro: Paulo Costa
F. C. Porto: Helton, Sapunaru, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Benítez, Guarín, Raul Meireles, Lucho, Mariano, Rodríguez e Lisandro. Jogaram ainda: Nuno, Rolando, Lino, Tomás Costa, Fucile, Stepanov, Fucile, Fernando, Farías, Bolatti e Candeias.
Lazio: Carrizo, Lichtsteiner, Tuia, Rozehnal, Radu, Dabo, Ledesma, Meguni, Foggia, Zarate e Makinwa. Jogaram ainda: Muslera, Mauri, Siviglia, Pandev, Diakite, Mendiano, Francelino e Manfredini.
Golos: Bruno Alves (14 m), Lucho (17 m) e Ledesma (73 m) .
Disciplina: Amarelos: Bruno Alves (37 m) e Benítez (45 m).