FC Porto Ferpinta - 75 Lusitânia Angra Património Mundial - 66
Com muita pena minha o digo: POBRE!
Muito pobre foi este jogo, sem grande emoção. Apesar do resultado enganador, o equilibrio foi oferecido pelo Nosso clube. Podemos acelerar mas não o fizemos. Talvez para tentar criar a tal emoção, mas as diferenças são ainda grandes quando se defrontam equipas com periodos de preparação de época bem diferentes. FC Porto já leva 2, quase 3, meses enquanto que o Lusitânia, por via das grandes dificuldades financeiras que atravessou e ainda atravessa, se tanto, levará 1 mês de preparação. Também com sua justiça o digo que com tão pouco tempo, apesar de tudo (jogou contra, senão a melhor, umas das melhores equipas desta Liga), mostrou-se bem melhor do que seria de esperar.
Pelos parciais (1º período: 12-16, 2º período: 18-18, 3º período: 24-17, 4º período: 21-15) , confirmamos que entramos relaxados, chegamos ao intervalo a perder, demos uma aceleradela, e descomprimimos mais um pouco no ultimo perído.
De destacar, mais uma vez a qualidade do nosso jogo interior onde os 3 reforços desta época que se exibiram mais uma vez a um elevado nivel:
Frederick Gentry ( 8 pontos, 11 ressaltos, apesar de não ter feito uma excelente percentagem que nos vêm habituando)
Toree Morris (15 pontos, 8 ressaltos)
Julian Terrel (10 pontos, 9 ressaltos)
Paulo Cunha (13 pontos e 6 ressaltos) foi pouco eficaz ao nivel do lançamento e Nuno Marçal, com 23 pontos (5 em 8 de 3 pontos) deveria ter ajudado a equipa nos outros aspectos do jogo senão repare-se que em 32 mins de jogo apenas contabilizou 2 ressaltos e 2 assistências.
João Figueiredo (33 min e 13568 dribles- menos 1 do que no jogo anterior!!! +/-) e Jorge Sing (7 min) dividiram entre si os 40 minutos de jogo, realizando uma fraquissima exibição (2 em 8 de lançamentos de 2 pontos, 0 em 0 de lançamentos de 3 pontos, apenas 6 assistências, e 3 perdas de bola).
No entanto, contando com a subida de forma exigivel num base como João Figueiredo e a contratação de um extremo que complete um trio necessário numa equipa que deverá ser mais lutadora, ambiciosa e cujos objectivos não poderão apenas passar por ganhar o jogo, penso que será um ano em que apenas o TITULO podemos ambicionar!


